On account of popular game sagas such as FINAL FANTASY, the Square Corporation name and logotype have somehow become the synonymous with grand JRPG games. Some sporadic exceptions, however, distance the company from an absolute devotion to this genre: from the early RAD RACER arcades to Playstation 2’s very unique DRIVING EMOTION TYPE S or THE BOUNCER, the company has also manifested its wish to create or endorse different game experiences in an attempt widen its software library. While it seems clear enough to most that Squaresoft was the top RPG creator during the Playstation era, only a few realize that they have been responsible for two of the most impressive shooters designed for the system, namely EINHÄNDER AND and iS – INTERNAL SECTION. (ler artigo completo)
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Sunday, April 5, 2009
iS @ HG101
On account of popular game sagas such as FINAL FANTASY, the Square Corporation name and logotype have somehow become the synonymous with grand JRPG games. Some sporadic exceptions, however, distance the company from an absolute devotion to this genre: from the early RAD RACER arcades to Playstation 2’s very unique DRIVING EMOTION TYPE S or THE BOUNCER, the company has also manifested its wish to create or endorse different game experiences in an attempt widen its software library. While it seems clear enough to most that Squaresoft was the top RPG creator during the Playstation era, only a few realize that they have been responsible for two of the most impressive shooters designed for the system, namely EINHÄNDER AND and iS – INTERNAL SECTION. (ler artigo completo)
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Square-Enix
Friday, December 5, 2008
Nanatsu Kaze No Shima Monogatari

Como ávido leitor de revistas de videojogos durante a minha infância, tive a oportunidade de conhecer um universo de títulos bem mais amplo do que aquele que era oferecido pelo reservado mercado em Portugal. Entre dezenas de revistas castelhanas, francesas e brasileiras empilhadas nas prateleiras de minha casa, também se sobrepunham as memórias de jogos inatingíveis segundo o aviso prévio dos afortunados escritores daqueles artigos que eu lia e relia frequentemente. Algures, numa única página entre tantas, figurava um jogo singular cujas imagens me marcaram por alguma razão: talvez pelos desenhos pouco vulgares, ou apenas por uma tendência minha em me concentrar naquilo que não posso ter; tratava-se da Hobby Consolas de Julho de 1997.

Nesta pequena mas enigmática página da secção Big in Japan, o colaborador da Hobby Press identifica o jogo com o título NANATSU NO KAZE NO MONOGATARI, possivelmente uma má transcrição do título original do jogo, NANATSU KAZE NO SHIMA MONOGATARI, traduzido em português, A História da Ilha dos Sete Ventos. Descrevendo-o como um jogo de aventura, o autor do texto também ressalva a invulgar exclusividade deste jogo para uma plataforma SEGA, sendo originário da Givro (Giburo) e da Enix - empresas que criaram a sua reputação em consolas Nintendo. Inocentemente, o personagem principal Gaapu é aqui apelidado de Doctor Gaapu, um de diversos equívocos presentes nos poucos parágrafos que ocupam esta página.
Dez anos após ter conhecimento deste lançamento foi-me concedido o privilégio de o adquirir e experimentar as suas qualidades em primeira mão, facto que justifica a minha apressada tentativa de escrever um texto a seu respeito para o Hardcore Gaming 101 da GameSpy, ciente de toda a expectativa construída ao longo de mais de uma décda. Esta obra rara editada pela Enix é, de facto, um dos jogos mais importantes do seu sistema não só pelo facto de trazer um novo género aos possuidores de consolas SEGA, mas também pelos talentos que se uniram especialmente para a sua criação. O resultado, como defendo no texto do HG101, é um jogo íntegro e surpreendente, de uma beleza visual notável. A simplicidade da sua história e a brevidade dos diálogos em muito adensam o ambiente misterioso desta ilha fictícia e os seus ventos místicos. Fica para breve a publicação no Pixels de uma selecção do soberbo artwork que preenche o disco suplementar do jogo.

Nesta pequena mas enigmática página da secção Big in Japan, o colaborador da Hobby Press identifica o jogo com o título NANATSU NO KAZE NO MONOGATARI, possivelmente uma má transcrição do título original do jogo, NANATSU KAZE NO SHIMA MONOGATARI, traduzido em português, A História da Ilha dos Sete Ventos. Descrevendo-o como um jogo de aventura, o autor do texto também ressalva a invulgar exclusividade deste jogo para uma plataforma SEGA, sendo originário da Givro (Giburo) e da Enix - empresas que criaram a sua reputação em consolas Nintendo. Inocentemente, o personagem principal Gaapu é aqui apelidado de Doctor Gaapu, um de diversos equívocos presentes nos poucos parágrafos que ocupam esta página.
Dez anos após ter conhecimento deste lançamento foi-me concedido o privilégio de o adquirir e experimentar as suas qualidades em primeira mão, facto que justifica a minha apressada tentativa de escrever um texto a seu respeito para o Hardcore Gaming 101 da GameSpy, ciente de toda a expectativa construída ao longo de mais de uma décda. Esta obra rara editada pela Enix é, de facto, um dos jogos mais importantes do seu sistema não só pelo facto de trazer um novo género aos possuidores de consolas SEGA, mas também pelos talentos que se uniram especialmente para a sua criação. O resultado, como defendo no texto do HG101, é um jogo íntegro e surpreendente, de uma beleza visual notável. A simplicidade da sua história e a brevidade dos diálogos em muito adensam o ambiente misterioso desta ilha fictícia e os seus ventos místicos. Fica para breve a publicação no Pixels de uma selecção do soberbo artwork que preenche o disco suplementar do jogo.
Sunday, October 12, 2008
@HG101

Hardcore Gaming 101 é um site amador norte-americano, alojado no Gamespy, que se concentra em jogos, séries ou companhias de menor celebridade no mundo dos videojogos, fazendo uma abordagem profunda de diversos títulos - ainda que a orientação não seja sempre a mais consonante com as minhas perspectivas do meio vídeo lúdico. No entanto é louvável o esforço do grupo, tendo começado com apenas uns poucos contribuidores há alguns anos atrás, agora disponibilizando uma longa lista de títulos raramente tratados nas publicações mainstream.
Concedida a possibilidade de poder participar neste significante projecto, cujo público é infinitamente superior ao de qualquer outro projecto da minha autoria, lancei a minha primeira contribuição há cerca de dois meses ao entregar um trabalho de investigação sobre o extinto estúdio LOVE • de • LIC. No processo, tomei a liberdade de criar uma pequena biblioteca de imagens pertencentes aos jogos da companhia, especialmente no caso de UFO A DAY IN THE LIFE, uma obra que até então se caracterizava pela absoluta escassez de imagens publicadas online.
Mais recentemente, entreguei uma análise ao obscuro (e precioso) ACONCAGUA, uma aventura da autoria dos estúdios SCE lançado em 2000 que cedo se tornou uma relíquia esquecida algures na azáfama do mercado japonês do virar de século. Já em processo de captação de imagens encontra-se a minha futura contribuição para o site, um perfil dos jogos Zettai Zetsumei Toshi: série pela qual nutro grande paixão e da qual tenho sido embaixador entre amigos e colegas.
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Aconcagua,
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